Dicionário do Google

Na sua cruzada para dominar o mundo o Google lançou uma melhoria no seu tradutor online bastante interessante.

Ler o artigo no novo blog…

Simple Spark – Procurar Aplicações Web

O Simple Spark é um site deveras útil que possui um catálogo bastante extenso de aplicações web, dizem que existem cerca de 3000 aplicações catalogadas.

Tem disponíveis várias feeds, assim podemos estar actualizados relativamente a todas novas aplicações introduzidas no catálogo ou podemos acompanhar uma determinada categoria em específico.

Portanto se desenvolveram uma aplicação web que considerem útil partilhar ou simplesmente procuram uma para utilizar então este Simple Spark é um óptimo ponto de partida.

Consultor – Analista? Programador? Arquitecto?

Por diversas vezes já me abordaram e me perguntaram a definição de Consultor (na área das T.I.).

Consultando um Dicionário deparamos com a seguinte definição: “aquele que dá conselho ou consulta; especialista num assunto que fornece consultas a um organismo ou a uma empresa.”

Esclarecedor? Hummm… Nem por isso…

No entanto quando consultamos um site de emprego, a segunda definição até faz bastante sentido, vemos diversas ofertas para Consultores Java, Consultores .Net, Consultores PHP, Consultores C#, etc. Ou seja um Consultor Java é portanto um especialista em Java que utiliza o seu vasto conhecimento nesta tecnologia para o desenvolvimento de uma solução para um determinado organismo ou empresa.

Esclarecedor? Hummm… Talvez não…

Onde começa e onde termina o trabalho de um Consultor? Bem eu diria que começa na análise de um problema e termina quando se implementa uma solução tecnológica para o problema. Mas se assim é para que precisamos de Analistas, Programadores, Arquitectos e afins? Bem na verdade já não me parece que exista assim muita diferença, pois existem empresas que já pedem Consultores Analistas Programadores. Isto quer dizer que se eu me apresentar como Consultor está inerente que também sou Analista e Programador? No entanto o inverso não me parece que seja válido…

Usabilidade/Acessibilidade & Webdesigners

Estou envolvido num projecto de remodelação do layout de um site de uma das publicações da empresa onde trabalho, assim como a respectiva adaptação deste layout ao CMS que está a ser utilizado neste momento na empresa. Quem se encontra a desenvolver o layout é uma empresa de webdesign que numa primeira fase nos apresentou uma proposta muito bonita, com muitas imagens, muitos cantos arredondados, muitos gradiantes, enfim tudo o que é desnecessário num site de informação. Não quero dizer com isto que os sites de informação têm obrigatoriamente de ser feios, no entanto terá de existir um cuidado acrescido de modo a facilitar o acesso aquilo que realmente é importante, a informação. Obviamente que todos os webstandarts foram esquecidos nesta primeira fase, usabilidade e acessibilidade absolutamente para esquecer. Pior de tudo eram mesmo as notícias que ocupavam cerca de 30% da página, o que para um site de informação é ridículo.

Defini então todas as especificações técnicas que achei essenciais, como validação do HTML e CSS, validação do código ao nível da acessibilidade (por exemplo através do site http://webxact.watchfire.com) e limites para o tamanho total de imagens, HTML, CSS e Javascript.

Devo confessar que a segunda versão que tive acesso estava bastante melhorada, respeitando praticamente todos os requisitos que defini. Continuava a ter alguns problemas em termos de destaque das notícias, também não eram utilizados “headings” para os títulos (o googlebot adora headings), mas para além disso pouco mais havia a apontar. No entanto verifiquei que não escalava no firefox e no IE<7, ou seja o aumento de letra não era correspondido com um aumento das caixas. Foi aqui que se desenrolou uma troca de ideias mais acesa…

Eu defendia a possibilidade de escalar, o webdesigner não via essa necessidade, utilizando o argumento de que poucos sites têm esta funcionalidade em Portugal e para além disso apenas um reduzido número de pessoas é que poderá sentir essa necessidade… Não acho que isto seja obviamente um argumento válido. A questão é muito simples e pode-se fazer uma analogia perfeita: “Se vamos construir um hotel necessitamos mesmo de criar rampas de acesso e instalações adequadas a deficientes? Eles provavelmente também representam uma minoria das pessoas que frequentam o hotel…”, no site passa-se o mesmo, se as pessoas sentem necessidade de aumentar um pouco a letra de modo a poderem aceder à informação de que necessitam, porque não criar essa possibilidade? Têm menos direitos que as outras pessoas que não têm dificuldades?

Enfim lá se conseguiu convencer (?) o webdesigner…

Continuo a ver muitos sites mal construídos por essa web fora, porque simplesmente os webdesigners não se importam, pois dá muito trabalho respeitar todos os webstandarts, para além disso ainda é necessário testar em browsers e resoluções diferentes. Mas esta não é razão para se fazerem as coisas mal feitas, ninguém pode ficar limitado no acesso à informação devido ao sistema que utilizam ou dificuldades físicas que possuam.

Reeorganização interna de uma empresa PARTE I

Como se reestrutura uma empresa sem qualquer processos de trabalho? Sem um Departamento de Recursos Humanos e sem um Departamento de Marketing? Como se organiza uma empresa que trabalha com “ilhas” internas em que os únicos pontos de ligação entre estas chamadas “ilhas” são o departamento de informática e financeiro?