Ganhar dinheiro com o Auction Ads ($25 só pela inscrição)

Como hoje estou um mãos largas, aqui vai outra dica, não para ficarem milionários, mas pelo menos para ganharem uns trocos.

O Auction Ads oferece $25 aos novos membros, assim como aos membros já registados mas que ainda não tenham atingido os $50 necessários para receber o pagamento. Basta a inscrição e automaticamente os $25 são creditados na nossa conta.

Como é que aumentamos este valor? Funciona um pouco como o Adsense, é necessário colocar o código fornecido pelo Auction Ads no nosso site ou blog e esperar que as pessoas interessadas cliquem, neste caso que façam uma licitação ao produto apresentado. Quando se atinge os $50 o valor é automaticamente creditado na nossa conta PayPal no início do mês seguinte.

Mais uma vez podemos convidar amigos e ganha-se uma percentagem dos seus lucros. Até ao momento posso dizer que no espaço de poucos dias (sensivelmente 3) já aumentei a minha receita para $42 (já com os $25), portanto já falta pouco para me creditarem o valor na conta.

Se têm sites/blogs e quiserem experimentar aqui fica o link para se poderem inscrever: Auction Ads Sign-Up

Ganhar prémios com pesquisas

Recentemente um amigo meu recebeu um vocheur Amazon no valor de £10 (15€ sensivelmente), como? Apenas por fazer pesquisas no site wabbadabba. Aparentemente trata-se de um motor de pesquisa, tal como o Google, que utiliza os resultados do Yahoo.

 

Para utilizar o serviço prestado pelo site não é necessário qualquer registo, no entanto convém registar para receber o prémio (se for caso disso). A única limitação que colocam é que a mesma pessoa não pode ganhar mais de 3 prémios por mês, parece-me justo.

 

Nestas coisas existem obviamente os amigos, portanto podemos enviar centenas de convites para todos os nossos conhecidos. Aparentemente se algum deles ganhar nós ganhamos exactamente o mesmo prémio. Mas atenção que isto não funciona como o esquema da pirâmide, ou seja só mesmo se os amigos que nós convidarmos ganharem um prémio é que nós ganhamos, se por sinal eles convidarem outras pessoas e uma delas ganhar um prémio apenas essa pessoa e o nosso amigo ganham.

Portanto se estão fartos do layout do Google e querem aumentar as vossas hipóteses de ganharem prémios, então aconselho o Wabbadabba… Têm até uma barra para integrarem com o Firefox… Nice!!

Como não custa nada em experimentar podem registar-se no wabbadabba.

 

 

“Às vezes jogar mal é jogar bem…”

Este post não está relacionado com tecnologia, mas tive de escrever sobre isto.

Ontem no final do jogo  entre o Paços de Ferreira e o Futebol Clube do Porto, na zona de entrevistas rápidas, o treinador do Porto, Jesualdo Ferreira, concluiu as suas declarações da seguinte forma:

“Quando o Porto não conseguiu jogar Bem… Jogou Mal… E às vezes jogar Mal é jogar Bem!!”

Fiquei confuso… Compreendo que este tipo de coisas acontecem, todos erramos. O erro aumenta de dimensão quando o fazemos diante das câmaras de televisão, portanto nestes momentos é necessário ter o máximo de cuidado e pensar muito bem antes de falar.

Venda de Informação Online

A partir do presente dia (Quarta-Feira, 19 de Setembro 2007), o The New York Times online disponibiliza de forma livre o acesso a toda a área que anteriormente era paga. Portanto todas as notícias diárias e opiniões dos colunistas, as ferramentas de personalização e todo o arquivo desde 1987 passam a ter acesso livre. Estas novidades foram anunciadas há 2 dias (17 de Setembro) através de um Press Release no site da New York Times Company.

Caminhamos cada vez mais para uma web livre, onde o conteúdo é disponibilizado sem custos para quem o procura, se não nos é possível aceder a determinada informação por um determinado meio, facilmente acedemos por outro.

No entanto existe um dilema para quem produz informação, para quem é profissional desta área, como rentabilizar um site de informação? A resposta talvez mais directa será “com publicidade”. No entanto é necessário convencer quem compra publicidade no papel (pois apenas estou a considerar estes) de que tem a mesma ou mais projecção no online.

Mas que tipos de publicidade temos online tão atractiva como a do papel? Existem banners, quer sejam apenas imagens estáticas ou animadas (Gifs, Flash, etc), ou anúncios de texto (os mais conhecidos são os do Google Adsense). No entanto já existem diversas ferramentas que bloqueiam a publicidade nos sites e este é mais um argumento para o aumento da relutância de quem compra publicidade no papel também investir no online. Então qual a estratégia a adoptar?

Na minha opinião a publicidade online não deve ser descurada, não se deve investir em muitas zonas de publicidade mas a que existir deve estar destacada e deve ser adequada ao tipo de informação disponibilizada pelo site.

Quando se disponibiliza uma nova funcionalidade num site, se realiza uma remodelação no layout ou se disponibilizam livremente funcionalidades que anteriormente eram pagas, deve-se procurar um parceiro que patrocine estes eventos, sendo sem dúvida uma mais valia para ambos. No caso do The New York Times o patrocinador encontrado foi a American Express, a qual é referida como o primeiro patrocinador das áreas abertas, o que significa que outros lhe seguirão.

Emprego em T.I.

Recentemente ingressei num novo desafio a nível profissional. No entanto antes disso necessitei de seleccionar o meu destino. Posso dizer que considerei algumas empresas: Accenture, Agap2, Altior e Novabase.

Devo dizer que todas as empresas me agradaram na altura das entrevistas iniciais, com especial destaque para a Altior pois apresentam uma organização e objectividade que me agradam em particular.

A Accenture no segundo contacto optou por me apresentar uma proposta concreta bastante atractiva. A Agap2 preferiu aguardar por uma vaga num cliente antes de apresentar uma proposta. A Altior preparou-me para uma entrevista num cliente – Sapo. A Novabase apresentou igualmente uma proposta para um projecto a nível interno. Todas as empresas seguem a política de realizar contratos sem termo para licenciados (com um período de experiência de 6 meses), no caso da Altior propõem colocar o novo colaborador (licenciado) nos quadros da empresa.

Conclusão: Optei pela proposta da Accenture pois pareceu-me a melhor a nível de desenvolvimento profissional. A proposta da Novabase também me pareceu bastante boa, mas o peso do nome da Accenture acabou por ganhar a par com o seu excelente seguro de saúde, prémios e outras regalias para os seus colaboradores. Relativamente a Agap2 continuo a manter excelentes relações com eles, mas o timing do contacto não foi o melhor. Em relação à Altior nada mais posso dizer, porque nada me disseram… Pelo que já li noutros blogs e por outras pessoas conhecidas é algo normal. Aparentam ser muito profissionais e interessar-se pelas pessoas, mas acabam por falhar num ponto que acho que é fundamental, a comunicação. Pediram-me para os informar se durante o meu recrutamento na Altior surgissem propostas de outras empresas, foi isso que fiz quer por telemóvel (tentei ligar e enviei SMS) quer por email. Não obtive qualquer resposta.

Relativamente a esta nova experiência na Accenture, até ao momento só tenho a dizer bem. Apesar de me terem colocado numa área que não está directamente enquadrada com as minhas skills, a experiência está a ser muito boa e enriquecedora. Portanto não me decepcionaram.